A polêmica a respeito da necessidade de uma política de
Estado de planejamento familiar continua. A demógrafa Elza Berquó não só
considera desnecessária esta política como aponta a possibilidade de, num
futuro não muito distante, o Estado ter que promover campanhas de natalidade. Clique aqui
para ler a entrevista "País não
precisa de política de planejamento familiar: Para demógrafa,
programa é desnecessário porque a taxa de crescimento populacional está
caindo". Leia novamente os artigos de Gilberto Dimenstein "A geração dos filhos únicos: Até
algum tempo atrás -não muito tempo-, o filho único era uma espécie de anomalia,
um fato excepcional para o padrão familiar brasileiro" e de Drauzio Varella (O silêncio diante da explosão
demográfica ) que defendem uma política de
Estado de planejamento familiar.